hsl

hsl

2º ENCONTRO PRESENCIAL


2º ENCONTRO PRESENCIAL

Como preparação para o segundo encontro presencial, foi solicitados a todos para que fizéssemos a leitura do livro verde intitulado Município de Polis. Onde após no encontro iriamos traduzir o nosso entendimento construindo uma maquete. Foi acordado também que esse encontro seria apenas em 2 dias e entraríamos na noite para terminar os trabalhos.

1º DIA

Na manhã do dia 04 de maio deu-se inicio aos trabalhos com a apresentação do cronograma do dia. A conformação de trabalho seria diferente seria em Equipe diversidade, a qual daríamos continuidade a construção da maquete de Polis. Essa distribuição foi feia nomeando-se as equipe com nomes de chocolates. Foram cinco equipes: chokito (a minha), serenata, baton, diamante negro, lolo.
Começaram-se os trabalhos de construção das maquetes.

Materiais de utilização:


Construção da maquete


Levou-se em torno de duas horas para construir a maquete e começar a apresentação dos trabalhos.
A apresentação dos trabalhos iniciou-se:

1º Grupo: CHOKITO

Deu ênfase a parte hospitalar e universitária de Polis. Explicamos como foi a construção de cada parte da maquete pelo livro que foi previamente lido. Em Polis tinha uma cidade construída em todas suas vertentes, com todo um contexto politico, fala-se da vigilância epidemiológica e ambiental tendo a presença de leptospirose como uma das doenças principais. Não existe interação entre vigilância e atenção básica. Fazendo colocações a respeito do risco de dengue, chuva e muito risco ambiental, unidades sentinelas e muitos acidentes terrestres.
Fazendo uma ligação com a estruturação da Vigilância em Saúde, pode-se vê baseado no Manual de Vigilância Epidemiológica e ambiental do ministério da Saúde, a vigilância possui suas anuências no controle de doenças e agravos que  nesse caso de Polis no controle da dengue e leptospirose seguindo seu fluxograma de notificação e investigação e no controle ambiental das encostas e contaminação das águas.




2º grupo: SERENATA

Apresentaram uma rede hospitalar grande, com risco de dengue e dificuldade no abastecimento de água. Risco de leptospirose por falta de saneamento básico. Apresentam a zona rural: o abastecimento de água por cisternas, o problema maior era na zona urbana devido a escasses de água. Existia hospitais como unidades sentinelas, unidades básicas de saúde para notificações de todos os agravos que poderiam existir. Polis era uma cidade polo que recebia gente de todos os arredores, faltava planejamento na cidade. O problemas apresentados por esse grupo foi muitas pessoas acometidas com problemas mentais e com baixa cobertura de vacina fora do perfil da primeira infância. Fazendo analogia com o manual de vigilância em saúde e as portarias do ministério da saúde, observa-se uma vigilância sem planejamento e despadronizada, que deveria ser reorganizada para que os trabalhos fluíssem a contento, onde cada vigilância teria seu papel fundamental para controle do processo saúde-doença daquela localidade.



3º grupo: BATON

Deram ênfase ao Contexto histórico da cidade de Polis, perto de rios com praças e 98% da cidade era urbana com abastecimento de água e o crescimento desenfreado para facilitar as arboviroses. Rede de esgoto com coleta boa porém com dificuldade para os demais com o destino dos dejetos. Vigilância dos alimentos em locais de muito fluxos de pessoas. Com o aumento das notificações de acidentes terem aumentado criaram o anel viário para diminuição dos acidentes, incrementando a vigilância em saúde do trabalhador. Neste grupo faço um elo com a nova portaria onde faz a nova divisão da vigilância em saúde que agora deixa de ser um tripé e passa a ter quatro divisões: vigilância sanitária, ambiental, epidemiológica e saúde do trabalhador.



4º grupo: DIAMANTE NEGRO

Territorialização – região do morro com desmoronamento, rio com transmissão de doenças de veiculação hídrica. Muitos acidentes de transito, trabalho de prevenção de acidentes. Monitoramento da qualidade de água, unidade sentinela instalada na prefeitura para investigar a chegada da febre amarela. Aponta as coisas do lixo também, crescimento populacional desordenado e questões culturais. Fazendo o link com essa colocação desse grupo precisamos organizar a Vigilância Sanitária para melhorar o controle das águas e seguir os protocolos ministeriais para o acompanhamento das unidades sentinelas na cidade como coloca-se no manual de vigilância em saúde.



5º grupo: LOLO

Problemas decorrentes do crescimento desordenado, sem presença nenhuma de promoção a saúde. Aparecimento de doenças emergentes e persistentes e presença de muitos acidentes de trânsito. Não existe aterro sanitário. Representa vigilância: estação de tratamento, aterros sanitários. Esse grupo baseia-se no trabalho da vigilância sanitária no seu perfil de fiscalizar todos os estabelecimentos necessários como colocado no manual ministerial.


SINTESE REFLEXIVA


Uma das propostas surgiu no campo da vigilância — conceito central para a teoria e a prática da saúde pública. Nessa perspectiva, o modelo baseado na Vigilância em Saúde (VS), cuja tônica é a busca de respostas mais efetivas para as demandas e os problemas de saúde, propõe-se a trabalhar a lógica de um conjunto articulado e integrado de ações, que assumem configurações específicas de acordo com a situação de saúde da população em cada território transcendendo os espaços institucionalizados do sistema de serviços de saúde. Segundo a concepção sistemati­zada por Paim, buscou-se, com essa noção, uma interlocução maior entre ‘controle de causas’, ‘controle de riscos’ e ‘controle de danos’ por meio da redefinição do objeto, dos meios de trabalho, das atividades e das relações técnicas e sociais (ARREAZA; MORAES, 2010; TEIXEIRA, 2002).
A construção dessa proposta trouxe para o cenário a ênfase sobre a organização das diferentes especialidades de VS existentes no Brasil, em consonância com um sistema único e coordenado, capaz de enfrentar a complexidade do quadro sanitário brasileiro de forma mais resolutiva (MENDES, 1994). Esse enfoque pressupõe uma abordagem mais ar­ticulada entre as vigilâncias epidemiológica, ambiental e sanitária e pode ser considerada uma tentativa de desvincular a atuação por agravos e por programas, de modo a enfren­tar a superposição de ações direcionadas para o controle do hospedeiro, do agente etiológico, do meio ambiente ou da produção e comercialização de fármacos e alimentos.
A adoção do conceito de VS procura simbolizar um enfoque ampliado, pautado na indução de uma organização de práti­cas que pretendem se configurar de forma mais sistêmica por meio da incorporação de contribuições da epidemiologia, da ge­ografia, do planejamento urbano, da epide­miologia e das ciências sociais em saúde, produzindo e utilizando de forma com­partilhada a informação e a comunicação, a fim de melhor instrumentalizar a inter­venção (SILVA, 2008A; VILASBÔAS, 1998).
Sob a premissa de que esse modelo pode atuar como suporte político-institucional para o processo de descentralização e de reorganização dos serviços e das práticas de saúde, a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) foi instituída, no ano de 2003, pelo Ministério da Saúde (MS). Essa pro­posta representou o esforço de ampliação da capacidade de operação da VS no País, principalmente no âmbito dos sistemas es­taduais e municipais, voltada a um pensar inovador a respeito da organização do SUS e de novo olhar sobre a saúde pública (TEIXEIRA, 2001; MENDES, 1994).
No entanto, a trajetória de implemen­tação dessa proposta ao longo dos últimos anos revela que, mesmo considerando o avanço das ações de VS, no sentido de pro­mover uma profunda reorganização no âmbito normativo-organizacional, estas ainda se encontram geralmente subdividi­das em áreas ou setores distintos e formais, em que cada qual atua para o seu objeto de atenção. Esse aspecto aponta a necessidade de uma base que permita o diálogo entre os componentes da VS, fortalecendo a capaci­dade de gestão do sistema de maneira mais equânime e integradora.
Para Arreaza e Moraes (2010), a proposta de VS tem enfrentado inúmeros desafios na busca de novas formas da operacionalização de práticas que considerem as complexas dimensões do processo saúde-doença. Esse esforço, porém, não pode ficar concentrado na formulação de modelos conceituais ou restrito à produção de informação e de capa­citação técnica dos atores envolvidos.
Outros autores reforçam também a com­plexidade de sua consolidação tanto do ponto de vista político como do técnico sani­tário, estimulando a necessidade de uma dis­cussão mais ampliada sobre os nós críticos que perpassam a configuração dos meios de trabalho, os quais ainda se mantêm de forma normativa e centralizadora (ARREAZA; MORAES, 2010; GONDIM, 2008).


TBL 1 COMPARTILHAMENTO “RECONHECENDO O SISTEMA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE”


Diante das reflexões diante do contexto colocado, vou fazer a reflexão de acordo com as respostas obtidas. Na primeira questão respondi que seria melhor realizar o planejamento estratégico da superintendência de vigilância em saúde, o grupo também deu essa mesma resposta o que condiz com a literatura, a Portaria no 3.252/2009 destacou as diretrizes, ações e metas das três esferas de gestão de VS como componentes estratégicos, que deveriam ser inseridos no Plano de Saúde. Essa portaria ratificou ainda a inserção da área da vigilân­cia sanitária, articulada ao conjunto de estra­tégias que definem a organização do trabalho das vigilâncias no campo da saúde. Mais recentemente, o Decreto nº 6.860/2009, ao estabelecer as competências da SVS/MS como gestora do Sistema de Vigilância em Saúde, ressaltou seu papel, em conjunto com a Anvisa, na formulação da Política de Vigilância Sanitária (BRASIL, 2009A; BRASIL, 2009B).
No segundo questionamento: frequentemente a VE é chamada por demandas pontuais que não correspondem as prioridades estabelecidas. O que poderia ser feito para evitar tais situações, que também ocorrem nas demais áreas? Respondi que deveria estabelecer estratégias de comunicação com diferentes autores, o que corrobora com Arreaza e Moraes (2010) ressaltam a neces­sidade de formulação de abordagens meto­dológicas alternativas e mais abrangentes capazes de gerar reflexão acerca da sus­tentabilidade do modelo de VS no País. No entanto, ainda imperam limites ao espaço de autonomia dos entes federativos no Brasil, perpetuando um excesso de verti­calidade nos programas e decisões, o que dificulta mudanças em direção à integração das vigilâncias na perspectiva da democra­tização das práticas de saúde (BRASIL, 2009C; BRASIL, 2006B), a qual foi a resposta do grupo também.
No terceiro questionamento: tendo em vista que as ações de vigilância frequentemente extrapolam as atribuições de um único setor, o que você considera prioritário  sentido de promover a integração entre vigilância e a assistência? Tanto eu como o grupo respondemos que era necessário reorganizar a VS, mantendo o nível central na unidade de analise de situação de saúde, delegando as demais competências e ações as equipes assistenciais como bem colocado no artigo de Arenza e Morais, 2010 que a proposta de cada uma das vigilâncias no sentido de compartilhar atribuições e res­ponsabilidades, sem abandonar a especifica­ção técnica de cada uma das áreas, implica novos papéis, bem como relações e práticas inovadoras em todos os níveis do sistema, o que denota o quanto sua implementação é desafiadora e complexa tanto no âmbito po­lítico quanto no técnico-operacional.
Nessa direção, as discussões realizadas em torno da alteração de terminologias pre­cisam ser superadas, de forma a produzir um espaço que agregue a conformação das práticas das vigilâncias epidemiológica, am­biental e sanitária, respeitando a condição concreta de cada território. O dispositivo de articulação poderia ser a operacionalização de planos e projetos por áreas afins fomen­tando a produção de ações que potenciali­zem os recursos e tecnologias disponíveis dentro de um processo permanente de pla­nejamento, monitoramento e avaliação.
Essa colocação acima também faz relevância com o quarto questionamento em que coloca a dificuldade de atuação conjunta entre a assistência e a vigilância em saúde.



OTPA 1: ATIVANDO O PENSAMENTO ESTRATEGICO


O planejamento assume papel vital para o direcionamento de ações a fim de que se atinja ou alcance o resultado previamente escolhido. Daí a percepção de que o planejamento não se resume a um conjunto de intenções ou à tomada de decisão em si. Para Mintzberg, consiste em formalização de procedimento para a obtenção de resultado articulado, de forma que as decisões possam estar integradas umas às outras. Este é o conceito adotado no desenvolvimento deste artigo.
Sem a realização de planejamento, as atividades são executadas por inércia. Os serviços de saúde funcionam de forma desarticulada, sendo apenas orientados pela noção de qual seja seu papel e esta noção é produzida de acordo com a visão de mundo de cada dirigente e colaborador ou de seu entendimento sobre as diretrizes estabelecidas pela política setorial do Estado. Subjetiva-se, fragmenta-se e desordena-se o funcionamento do sistema de saúde na medida de tantas quantas visões e, consequentemente, modos de operação existam. Se não há visão clara de onde se deseja chegar, cada indivíduo conduzirá e realizará suas atividades a sua maneira. Se tantos caminham para direções diversas, os avanços de uns se neutralizam pelos retrocessos de outros. Dificilmente haverá ganhos de qualidade e com certeza os recursos serão utilizados de forma menos eficiente.
Quando analisamos o planejamento no Sistema Único de Saúde, reconhecidos os avanços decorrentes das iniciativas para ordená-lo e integrá-lo, a fim de consolidar o sistema no aspecto da unicidade de modo de operação e integração das decisões entre os gestores em suas esferas de governo, ainda encontram-se obstáculos e vazios que impedem esta unicidade e integração. O planejamento ascendente previsto na Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990) não se concretizou, apesar dos esforços despendidos.


TBL 2: PROJETO APLICATIVO NO CONTEXTO DAS INICIATIVAS EDUCACIONAIS DO IEP/HSL


É uma atividade coletiva, desenvolvida em pequeno grupo, com foco na construção de uma intervenção na realidade. O projeto aplicativo é uma produção do tipo pesquisa-ação ou pesquisa participativa que envolve todos os participantes de um grupo afinidade na seleção, pactuação e caracterização de um problema para a construção de uma proposta de intervenção. Um dos objetivos da intervenção deve ser a melhoria dos processos de formação e da qualidade e da segurança na atenção à saúde, por meio da aplicação das ferramentas de gestão da clínica. Ao considerarmos que “ensinar exige compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo” (FREIRE, 2008), a construção de um projeto aplicativo representa uma oportunidade concreta para traduzirmos nossa ação como sujeitos que desejam transformar a realidade.
Atividade organizada por meio de trabalho em pequenos grupos para o processamento de situações trazidas pelos participantes, a partir de suas próprias experiências. Também cumprem o papel de disparadoras do processo ensino-aprendizagem. As narrativas proporcionam, de forma mais direta e intensa, a exploração e reflexão sobre os contextos locais de cada participante. Além do desenvolvimento do domínio cognitivo, favorecem a ampliação de sentidos (escuta, olhar, percepção) e da emoção.
É uma estratégia que explora o domínio cognitivo, especialmente focalizado na resolução de problemas, mas também os domínios psicomotor e atitudinal, uma vez que utiliza a aprendizagem colaborativa entre participantes com distintos saberes e experiências. É desencadeada a partir de uma situação/contexto que funciona como disparador de aprendizagem. Cada participante analisa individualmente a situação ou os materiais indicados para um estudo prévio. Após esse estudo ou leitura, os participantes respondem a um conjunto de testes que abordam a tomada de decisão diante da situação/contexto em questão. Após compartilharem suas escolhas individuais, cada equipe discute as alternativas e busca um consenso ou pacto para a discussão dos resultados por equipe. As alternativas definidas pelas equipes são debatidas por um ou mais especialistas. Após os esclarecimentos e respostas às dúvidas das equipes, os especialistas apresentam desafios de aplicação dos conhecimentos em novas situações simuladas, no formato de oficinas, jogos ou dramatizações.


SINTESE DO FILME

NOME DO FILME: ERIN BROKOVICH

A trama conta a história de uma mulher com três filhos pequenos sozinha que perdeu o emprego e resolveu cobrar um emprego de um escritório de advocacia. Quando começou avaliar casos antigos não solucionados contra pessoas e multinacionais se deparou com o caso da PeG. Começa estudar os casos e a fazer pesquisas para entender os processos e para isso tinha que entrevistar algumas vitimas que foram contaminadas através da água que bebiam pois essa empresa mascarou a contaminação do solo e lençol freático as autoridades sanitárias da época.
Todas as vitimas apresentavam caso de câncer, na investigação ela conseguiu juntar mais de 250 assinaturas para poder abrir o caso junto a suprema corte. Foi uma batalha jurídica de 3 anos que poderia levar 10 anos, caso ela não tivesse conseguido localizar a pessoa que era o chefe de controle do escritório da empresa PeG na época, que havia colocado fogo em alguns documentos e guardado outros em casa, os quais incriminavam a fábrica. Com a junção de todos esses documentos ela consegue as provas para incriminar a empresa, conseguindo uma grande quantia de indenização para os envolvidos. Ajudou na mudança do controle sanitário do EUA. Ganhou muito dinheiro e continuou trabalhando com esse tipo de casos. Lembrando que ela era uma técnica comum que tinha uma memória exemplar.
CRITICA: apresenta uma desestruturação da vigilância daquela localidade, falta de saneamento e fiscalização dos órgãos público.
  

2º DIA

Iniciamos as atividades, utilizando as tarjetas para identificar com uma palavra o sentimento em relação ao filme, quanto a sua protagonista principal em suas iniciativas no trabalho. A minha palavra foi “determinação”, pois nada tirava ela do foco daquele momento, enfrentava todas as adversidades para alcançar o seu objetivo principal. Mas  concordo com todas as expressões colocadas pelos colegas do Grupo Diversidade, porque nela existia um pouquinho de cada coisa ali expressada, tais como: persistência, determinação e força.


Em seguida tivemos uma nova divisão para apresentarmos o nosso portfolio ao colega, minha dupla foi Irley, apresentei tudo o que tinha construído e explicando cada pedacinho dele, em seguida ela fez a mesma coisa com o dela, pois cada qual iria apresentar ao facilitador o da outra, foi uma experiência bem legal, apresentar a construção pessoal do colega com suas afinidades e diferenças com a sua é bem interessante o exercício.



EXPERIENCIA EXITOSA UTILIZANDO A METODOLOGIA ATIVA


Dei continuidade ao Curso Fortalecendo a Estratégia de Combate às Endemias: Formação de ACS e ACE.  Desta vez na cidade de Sertânia-PE Tendo como objetivo principal fazer a integração dos serviços entre essas duas categorias profissionais para melhorar o êxitos dos trabalhos de campos nos municípios.
Utilizei a metodologia ativa para realizar essa capacitação, utilizando os conhecimentos prévios de todos e apenas aprimorando as atividades. Desta vez fiz apenas o reconhecimento do território e a apresentação dos direitos e deveres de cada categoria.



Dando continuidade as ações realizadas após o curso, participei ativamente da 1ª Conferencia Estadual de Saúde, onde discutimos propostas de ações para melhorar o andamento das Vigilância em Saúde em todos os âmbitos de atuação.




COMPETÊNCIAS

  • ·      Analisa continuamente os diferentes contextos identificando problemas relacionados ao processo de trabalho da Vigilância em Saúde e oportunidades para a melhoria das práticas nos serviços de saúde.
  • ·   Estabelece as ações do plano considerando as estruturas físicas, administrativa e operacional dos serviços, a disponibilidade de recursos humanos e financeiros em relação às metas e ao cronograma estabelecidos.
  • ·    Favorece a interação dos profissionais envolvidos no processo de trabalho da vigilância estimulando o respeito e a capacidade de ouvir e de lidar com a diversidade de opiniões.
  • ·         Compartilha resultados nos espaços colegiados de gestão e de participação social do SUS, processando criticas e sugestões, de modo a reorientar o processo de trabalho pelas melhores praticas em vigilância em saúde e retroalimentar a identificação de problemas.
  • ·         Elabora recomendações e implementa intervenções oportunas de vigilância, segundo a natureza do evento de saúde, consonantes ao contexto cultural e social.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

VIGILÂNCIA EM SAÚDE

PÓS DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE