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8º ENCONTRO PRESENCIAL


8º Encontro Presencial


Foi apresentado pelos facilitadores a programação para o encontro presencial.


OTPA 6 – Pensamento estratégico da saúde, analisando a viabilidade do plano estratégico construído.

1º passo: colocar as ações;
2º passo: valor e interesse dos atores sociais
3º passo: identificar capacidade de rejeição
4º passo: identificar capacidade de acompanhamento
5º passo: recursos necessários para cada ação
6º passo: viabilidade
7º passo: o que fazer para realizar a atividade
8º passo: estratégias para alcançar as atividades.

Aproveitando o momento foi apresentado logo a devolutiva dos especialistas no Circulando saberes para ficar mais fácil o movimento nos grupos de PA.
Segundo a fala dos especialista: construir o plano estratégico é ter capacidade de antecipação do que vai ocorrer e ter a intenção de o fazer, fazendo a correlação com os atores sociais em relação a cada ação proposta. Visando o que é possível e o que não é.
A matriz utiliza o valor e interesse e refere um pouco mais, precisando identificar em cada ator os recursos que ele domina e  a capacidade de rejeição. Exercendo a correlação da viabilidade. O desafio é não fazer a analise linear e sim tentar extrair o máximo possível. Não simplificar a imagem e ampliar ao máximo os questionamentos e aprofundamento das analises. 


ESPAÇO DO MACROPROBLEMA : Arcoverde

PROBLEMA: Subnotificação de casos de hanseníase

NÓ CRITICO: Ineficácia  das capacitações
RESULTADOS ESPERADOS
AÇÕES E ATIVIDADES
RESPONSAVEIS
PARCEIROS
INDICADORES
META
RECURSOS NECESSARIOS
PRAZOS
Capacitações eficazes para detecção e notificação dos casos de hanseníase
Apresentação do projeto ao gestor
DARLIANE LOPES
ISAAC SALLES
JESIMIEL FILHO
JOCILENE BATISTA
MARÍLIA ARCOVERDE
NATHALIA COELHO

ANDREIA BRITTO (SMS)
FABIO SOUSA (COORD. AB)
RENATA REMIGIO (DIRETOR GERES)
ISAAC SALLES (DER. VS)
MARILIA ARCOVERDE (COORD. VE)
% de gestores apresentados ao projeto
100% DOS GESTORES apresentados ao projeto
Cognitivo
Organizativo
Político
OUTUBRO
Apresentação do projeto aos profissionais da atenção básica e média complexidade.
DARLIANE LOPES
ISAAC SALLES
JESIMIEL FILHO
JOCILENE BATISTA
MARÍLIA ARCOVERDE
NATHALIA COELHO

Profissionais da Rede


% de profissionais apresentados ao projeto.
100% dos profissionais apresentados ao projeto
Cognitivo
Organizativo
Político
FEVEREIRO
Capacitações com uso de metodologia ativa sobre a notificação e diagnóstico de hanseníase.
DARLIANE LOPES
ISAAC SALLES
JESIMIEL FILHO
JOCILENE BATISTA
MARÍLIA ARCOVERDE
NATHALIA COELHO

Gestores
Profissionais da rede
VI GERES
%  de profissionais capacitados
100% dos profissionais capacitados
Cognitivo
Organizativo

FEVEREIRO
Observação dos resultados através do monitoramento do número de notificações

Os autores do projeto
Profissionais da vigilância epidemiológica
% de casos novos notificados

Cognitivo
Organizativo

Novembro 2018


Operações – OP ou ações e demandas de Operações – DOP ou Demandas de Ação

ATORES
AÇÃO 1
AÇÃO 2
AÇÃO 3
AÇÃO 4
SECRETARIO DE SAÚDE
+M
+A
+A
+A
COORDENADOR DE AB
+A
+A
+A
+A
COORDENADOR DE VS
+A
+A
+A
+A
PROFISSIONAIS DA REDE
0
+A
+A
+A

Aprofundando o assunto:

Não podemos falar em viabilidade sem falar em planejamento estratégicos e sem estudar um dos maiores nomes nessa temática calos Matus.
O enfoque do Planejamento Estratégico Situacional – PES (Matus, 1993, 1994a, 1994b) surge, então, no âmbito mais geral do planejamento econômico-social e vem sendo crescentemente adaptado e utilizado em áreas como saúde, educação e planejamento urbano, por exemplo. Este enfoque parte do reconhecimento da complexidade, da fragmentação e da incerteza que caracterizam os processos sociais, que se assemelham a um sistema de final aberto e probabilístico, onde os problemas se apresentam, em sua maioria, não estruturados e o poder se encontra compartido, ou seja, nenhum ator detém o controle total das variáveis que estão envolvidas na situação.
O PES, segundo Matus, é um método de alta complexidade e alta potência, apropriado 3 para o nível diretivo de instituições de grande porte e com pessoal especializado. O ZOPP é um método de complexidade intermediária, com limitações para fazer análise estratégica e abordar determinados problemas que definem uma situação global (macroproblemas). É adequado para trabalhar em nível operacional específico e sofreu algumas modificações do original alemão para integrar o sistema PES. O MAPP constitui-se, para o autor, num bom método por problemas a ser operacioanlizado no nível popular, associações de moradores e instituições de pequeno porte mas possui também limitações (ver crítica da trilogia de Matus em Artmann, 1993 e Sá & Artmann, 1994).
O PES é um método de planejamento por problemas e trata, principalmente, dos problemas mal estruturados e complexos, para os quais não existe solução normativa ou previamente conhecida como no caso daqueles bem estrutrados. É importante destacar que, embora se possa partir de um campo ou setor específico, os problemas são sempre abordados em suas múltiplas dimensões - política, econômica, social, cultural, etc. e em sua multissetorialidade, pois suas causas não se limitam ao interior de um setor ou área específicos e sua solução depende, muitas vezes, de recursos extra-setoriais e da interação dos diversos atores envolvidos na situação.
O momento estratégico: construindo a viabilidade do plano Neste momento é realizada a análise de viabilidade do plano nas suas várias dimensões: política, econômica, cognitiva, organizativa. No momento anterior já é feita uma pré- análise de viabilidade mas agora é necessário um cálculo mais profundo através da simulação. Cabe lembrar a importância de uma análise de vialibilidade bem feita em situações que o ator não controla todos os recursos necessários para a realização do plano.
Caso a análise de viabilidade resulte negativa, indicando operações não viáveis é necessário pensar na construção de estratégias que possam torná-las viáveis. A estratégia é necessária tanto para as operações que exigem cooperação com outros atores como para as de oposição e confronto e a escolha da melhor estratégia depende do tipo das operações e da relação de forças, ou seja, dos recursos que cada ator pode mobilizar a seu favor.
A análise de viabilidade parte de dois níveis: a) da análise da motivação dos atores frente às operações do plano, o que significa registrar o interesse que os atores têm em relação àquelas e o valor que lhe atribuem. O interesse é marcado com os sinais: a favor (+); contra (-) e indiferente (0) e o valor pode ser Alto (A), Médio (M) ou Baixo (B). É importante registrar o valor porque um ator contrário a um projeto, cujo valor para ele é alto, estará muito mais disposto a mobilizar recursos para que o mesmo não se realize do que se o valorizasse pouco.
Assim também, com relação ao apoio de atores aliados, o valor também pode indicar o quanto estão dispostos a investir, a cooperar. b) da análise do grau de controle dos recursos necessários à implementação das operações e ações por parte do conjunto de atores que os apoiam e do bloco que os rejeita. Esta análise é aplicada às operações de conflito, identificadas através do sinal (-). Basta que haja um único sinal negativo, ou seja, um único ator contrário, mas que controle algum recurso crítico, para que a operação seja considerada de conflito. As operações de consenso podem mais facilmente ser viabilizadas. Em relação às operações de conflito, a definição de sua viabilidade fica em suspenso e vai depender da análise da relação de forças, ou seja, da força política de quem as apoia versus a força de quem se coloca contrário à sua realização e das estratégias desenvolvidas.
O estudo da correlação de forças pode ser feito a partir do modelo do PES que propõe comparar o grau de controle dos recursos de poder envolvidos especificamente em cada uma das operações, fazendo a distinção entre recursos de decisão e recursos de materialização. É importante esta diferenciação porque o nível de decisão de uma operação exige determinados tipos e recursos, ao passo que o nível de operacionalização ou funcionamento da proposta pode exigir recursos diversos. No nível de decisão, geralmente o recurso envolvido é o político, a capacidade de decisão para aprovação de um projeto. É importante observar que, para Matus, o poder não é um conceito abstrato. É um recurso multidimensional, pois refere-se a capaciades de ação em geral e situacional. Um mesmo ator pode ter poder numa situação ou com relação a uma operação especificamente e não ter nenhum ou pouco em outras. É dinâmico e portanto, a análise de poder não pode cristalizar-se pois os atores acumulam ou desacumulam poder e é necessário acompanhar as mudanças.
Matus chama esta fase de análise do Vetor Peso. Nesta fase é necessário distinguir os recursos relevantes para cada operação (somente estes 18 recursos entrarão na análise) e distribuí-los proporcionalmente entre o conjunto dos atores que apoiam e os que rejeitam as operações numa escala de 0 a 100%. Os recursos podem ser os mais diversos e recebem um código como por exemplo x1, x2, x3, etc., sendo que x1 pode significar o controle dos recursos financeiros de uma secretaria municipal de saúde, x2 pode ser o controle dos votos da maioria na câmara de vereadores dos quais depende a decisão política sobre alguma operação, x3 o controle da capacidade instalada para atendimento em saúde (leitos, enfermarias, etc). O resultado desta análise permite distinguir as operações de conflito viáveis das não viáveis.
Com relação às não viáveis é necessária a construção de estratégias especialmente se tais operações têm um papel fundamental na viabilização do plano como um todo. Vejamos quais seriam os possíveis meios estratégicos. O PES nos aponta cinco possibilidades. 1) A utilização de estratégias específicas que podem ser classificadas, segundo Matus (1994b), em: a) Imposição → corresponde ao uso da autoridade em relação ao outro ator; pode ser utilizada quando o ator eixo encontra-se em situação hierárquica superior ao ator contrário. b) Persuasão → compreende uma ação de convencimento, de sedução em relação ao outro ator na busca de seu apoio e adesão, sem que para isto o ator eixo tenha que fazer qualquer concessão em relação ao seu projeto. c) Negociação cooperativa → implica na negociação onde existem interesses distintos, quando ambos os lados deverão estar predispostos a fazer concessões, sendo que o resultado deverá trazer ganhos positivos para os participantes d) Negociação conflitiva → implica na negociação onde existem interesses opostos e o resultado sempre trará perda para um ator e ganho para outro. e) Confrontação → corresponde a medição de força entre os atores envolvidos (votação, por ex.). 2) A utilização das operações de consenso como "coringas", em qualquer momento da trajetória do plano, de forma inteligente, visando acumulação de forças. 3) A construção de operações tático-processuais (K) que não fazem parte do plano propriamente dito mas cumprem o objetivo de construir a viabilidade das operações principais. Podem ser de vários tipos dependendo do efeito que produzem, como por exemplo, surpresa, distração, esclarecimento, intimidação e mobilização. 4) A elaboração da operações em forma de módulos que se adaptem às mudanças do plano 19 e do cenário, modificando-se determinados aspectos para atingir os objetivos previstos. 5) A trajetória ou ordenação temporal das operações.
A melhor trajetória é a que respeita a precedência de determinadas operações e permite uma acumulação progressiva de poder que ajude na viabilização do plano. As estratégias devem ser voltadas para os atores contrários à ação ou para aqueles indiferentes, visando a busca de apoio. Pode ser empregado mais de um tipo de estratégia, como por exemplo, a de autoridade conjugada com uma estratégia de persuasão. Sempre que possível, segundo Matus, é preferível evitar a confrontação direta e o conflito aberto pelo alto desgaste que pode significar. Melhor é investir em estratégias de negociação e cooperação na busca de maior apoio e legitimação para os projetos.
A construção de um encadeamento lógico e estratégico das ações corresponde à montagem da trajetória estratégica, o que permite ao ator eixo acumular poder ou evitar o desgaste político, facilitando o desenvolvimento de cada ação do plano. De forma prática, a trajetória busca combinar da melhor maneira possível, num dado horizonte temporal, operações consensuais e operações conflitivas de modo que as operações consensuais possam abrir caminho para as outras. É necessário definir um período de tempo para a realização do plano. A trajetória poderá ser elaborada graficamente, utilizando-se apenas os símbolos que representam as operações interligadas por setas, onde “T” significa um período de tempo, no caso, de seis meses; OP=operação 1, 2, etc. e “a” refere-se às ações.
As estratégias utilizadas em relação aos atores podem mudar ao longo do tempo, o que deve ser observado, atualizando-se a informação. Da mesma forma, a trajetória pode ser alterada.

TBL -  Compartilhamento “Semanas anteriores”...


Principais problemas
Cenário de Risco
Ações/Estratégias
Metas
Atores envolvidos

Prazos


Diagnóstico imediato da área afetada

·         3% da população atingida – 30,000 pessoas
·         3 bairros da zona urbana com inundação e deslizamento
·         3 bairros na zona rural ficaram isolados
·         1000 casas danificadas / destruídas
·         4 postos de saúde danificados ou destruídos
·         3 pronto-atendimento danificados
·         2 hospitais públicos e um privado danificados
·         6 ambulâncias danificadas

*Avaliar a capacidade instalada de serviços de saúde para atendimento das vítimas imediatas e das pessoas que deverão procurar assistência médica durante e após a enchente (hospitais, ambulatórios, unidades de saúde, laboratórios, outros)

* Quantificar os recursos humanos disponíveis nos referidos serviços

* Identificar as condições de abrigos


* Avaliar a provisão e acondicionamento de alimentos e a qualidade da água potável distribuída nos abrigos
*Rede assistencial com capacidade instalada  para atender toda a população atingida















*Identificar o quantitativo de profissionais disponíveis na rede


*Avaliar a estrutura instalada



*Identificar situação sanitária


SMS
Prefeito
SES
Defesa Civil
Secretaria de infra-estrutura e meio-ambiente
Secretaria das Cidades
Secretaria de assistência social
Ao longo de todas as fases da inundação, variando apenas quanto à sua natureza.














* Do início do evento até o retorno à moradia



Diagnóstico de risco sócio ambiental

·         Perda de vacina, medicamentos e equipamentos
·         1 estação de tratamento de água danificada
·         1 ponto de captação de água destruida
*Mapear os sistemas de abastecimento de água, soluções alternativas coletivas e individuais quanto a sua vulnerabilidade, utilizando o “Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano” – SISAGUA, quando implementado, visando identificar áreas de maior risco


* Realizar diagnóstico da qualidade da água para consumo humano, o qual, devido ao caráter emergencial, deverá priorizar as análises de cloro residual e E. coliou coliformes termotolerantes;
* Avaliar a necessidade de aumentar a concentração de cloro residual e elevar a pressão do sistema de abastecimento de água;
* Identificar áreas para armazenamento, preparação e conservação de alimentos que foram afetadas pelas inundações; Orientar descarte de alimentos e água contaminados
* Identificar áreas potenciais para reservatórios, proliferação de vetores e abrigos de animais peçonhentos e associar com os mapeamentos de riscos existentes
* 80% das aguas desses locais avaliadas e registradas














































*80% das aguas desses locais avaliadas e registradas


Vigilância em saúde
Secretaria de infra-estrutura e meio-ambiente

Durante o evento, nos pontos principais de abastecimento

Diagnostico de situação epidemiológica

·         15.139 desalojados
·         2.293 desabrigados
·         10 óbitos
* Traumatismos (afogamentos, lesões corporais, choques elétricos, etc.),

* Patologias comumente relacionadas com inundações nos últimos cinco anos, por semana epidemiológica: Leptospirose; Hepatites agudas (A e E); Doenças Diarreicas; Tétano Doenças de transmissão respiratória; Traumas e lesões Febre tifoide

* Leptospirose
* Tétano
* Doenças de transmissão hídrica e alimentar
* Doenças de transmissão respiratória, como pneumopatias e meningites.
* Acidentes por animais peçonhentos
*Identificar número de susceptíveis à possibilidade de adoecer
Vigilâcia em Saúde
Coordenadores da rede hospitalar
Atenção Básica







Previamente ao período habitual de enchentes, levantar dados do SINAN, SIM, SIH e MDDA, SAI

Devolutiva do especialista Daniel Corali

EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA

Na emergência em saúde pública cada evento deve ser avaliado segundo: impacto, frequência, propagação e risco. Existe um Decreto 7.616/2011 que fala das emergência de ordem nacional, mais existe uma portaria que regulamenta esse decreto para todos os tipos de emergências em saúde publica, a Portaria MS 2952/2011, nessa portaria ela descreve o que realizar e como realizar dividindo as emergência didaticamente, essa divisão é da seguinte forma: emergências epidemiológicas que envolve surtos de doenças, agravos e dá outras providencias; desastre os quais define uma localidade determinada e desassistências que é quando todos os órgãos públicos estão envolvidos.
Para se ter uma estratégia de resposta a um evento de emergência em saúde pública temos que utilizar alguns planos para que possa se obter uma solução. Nesse plano está englobado o plano de contingência e o de ação.


O plano de contingência está alinhado com o de emergência e o plano de ação vai dá conta de toda a resolução do problema. Sempre baseado no na redução do risco


Houveram algumas discordância com o posicionamento do especialista que não abordava a realidade da maioria e mostrava um plano já pré-existente.

CINE VIAGEM: O IMPOSSIVEL

Baseada numa historia real que mostra uma família que saiu de férias na Tailandia e que um dia depois do natal enfrentaram um tsunami de 2004. O filme começa leve, só depois que o tsunami acontece é que começa o drama. Esse drama vai ficando cada vez mais pesado, já que vai mostrando a situação e um local que foi destruído por um acidente da atmosfera. O filme não apela para que os expectadores chorem, mesmo com todo desespero da situação catastrófica, buscando soluções para os acontecimentos mesmo separados. O filme aborda todos os acontecimentos de forma realista. Fazendo um elo com a Vigilancia, percebesse que os desastres terrestres e o não comprometimento das pessoas com o meio ambiente trás cenários como esse de catástrofes destrutíveis em grandes proporções que por si, já trás muitos agravos associados.
Separou a família, a missão deles foram ter esperança, amor e carinho pois eles sempre tiveram. Ela ficou ferida em um hospital e o filho ficou procurando a mãe, e durante essa procura o garoto ajudou aos estrangeiros a encontrar a família. Reencontraram a família depois de muito sufoco e sofrimento.

COMPARTILHAMENTO DA VIAGEM

·         Determinação (Marília)
·         Esperança (Morgana, Maria Alencar)
·         Destruição (Jocilene)
·         Bravura (Silvana)
Todos os participantes falaram da realidade que vivenciam, pois nenhuma das localidades tem esses planos prontos, não estão aptos para passar por uma situação semelhante dessa.

Compartilhamento da SP de acidente por transporte terrestre

            Momento de muita troca de experiência e conhecimento, onde cada participante, consegui fazer de uma forma diferenciada, onde um completava o outro.
Momento EAD: Curso de Geoprocessamento
Discussão de TCC: os facilitadores tiraram todas as duvidas referentes ao tcc, sua construção e datas de entrega do produto.

Competências Adquiridas:

  • ·     Planeja e pactua trabalho segundo as prioridades orientadas pelo perfil epidemiológico, considerando o permanente dialogo entre os espaços de participação social e a conjuntura politico-institucional.
  • ·         Utiliza parâmetros de efetividade, eficiência, segurança e qualidade para o monitoramento e avaliação do trabalho em vigilância em saúde, sistematizando informações sobre sua execução e resultados.
  •       Competencia adquirida com o TBL desse encontro
  • ·         Estimula a utilização de espaços físicos e virtuais como sala de situação ou centro de operação de emergências em saúde, para analise da situação de saúde e resposta.
  • ·         Articula e subsidia o processo de pactuação, no seu âmbito de atuação, intra e intersetorialmente, de modo a potencializar as ações de vigilância em saúde
  •          Competencia adiquirida no processamento da SP



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